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Soluções naturais para os desafios na produção de milho

O combate de uma variedade de doenças e estresses que impactam negativamente as plantas de milho é fundamental para o sucesso da cultura.  As doenças mais importantes variam de ano para ano dependendo de muitos fatores, incluindo condições climáticas, prática de produção da cultura, seleção híbrida e susceptibilidade às doenças.

Nos Estados Unidos e Canadá em 2012, a podridão de Fusarium do milho causou a maior perda de todas as doenças, com mais de 44 milhões de sacas perdidas. A podridão da espiga por Aspergillus, podridão da espiga por Fusarium, murcha por Pythium, e mancha cinza da folha do milho também contribuíram para o total das perdas. Patologistas vegetais estimam que 18,6% dos grãos dos Estados Unidos foram contaminados em 2012. A maioria da contaminação foi por aflatoxina, que é produzida pelo fungo causador da podridão da espiga por Aspergillus.

A principal doença que impacta a produção de milho no Brasil é a mancha foliar de Phaeosphaeria, que infesta praticamente toda região produtiva e pode levar a perdas de até 60%.

A ferrugem polissora do milho é outra doença que também pode ter impacto substancial na produção de cultura. Causada por Puccinia polysora Underw., a doença é particularmente prevalente nas regiões com altas temperaturas médias.  Os sintomas incluem a formação de manchas circulares com cor de ferrugem na superfície superior da folha de milho que, se permanecer sem tratamento, tipicamente progride à necrose foliar.

A antracnose (Colletotrichum graminicola) se dissipa facilmente quando não há a prática de rotação de culturas.  O diagnóstico pode ser difícil com sintomas como lesões foliares podendo levar à necrose da folha.

Se os estresses abióticos e bióticos não são adulterados, a possibilidade de quebra dos caules pode acontecer. Pouca luz solar, seca, ocorrência de doenças e insetos e baixa fertilidade são grandes estresses que reduzem a taxa fotossintética ou a área foliar do milheiro. Nos estágios iniciais de desenvolvimento, os açúcares produzidos pela fotossíntese são transferidos para as raízes onde são convertidos a carboidratos estruturais e proteínas no desenvolvimento de tecidos radiculares. Com a continuidade do crescimento, fotossintetizantes são direcionados ao caule para armazenamento temporário onde eles, futuramente, serão usados para o desenvolvimento de espigas. As soluções da Alltech Crop Science auxiliam no processo fotossintético e permitem que a planta suporte melhor o estresse que, de outra forma, levaria a caules mais frágeis e grãos pouco desenvolvidos. Isso proporciona plantas mais saudáveis e maiores produções.